quarta-feira, 5 de agosto de 2015

UM NOVO SUPERSÓNICO DA AIRBUS


El aparato podría volar a más de 5.000 kilómetros por hora y llevaría solo dos filas de asientos separadas por un pasillo central
EFE04 de agosto de 2015. Actualizado a las 20:56 h. 10
El fabricante aeronáutico europeo Airbus ha registrado la patente de un avión revolucionario que podría volar 4,5 veces más rápido que la velocidad del sonido conectar Madrid y la ciudad de México en unas tres horas.
El aparato, que hace recordar al desaparecido avión ultrasónico Concorde y podría volar a más de 5.500 kilómetros por hora, por ahora solo se trata de un diseño registrado en julio en la oficina de patentes de Estados Unidos como un «vehículo ultraligero y su medio de locomoción correspondiente».
La revolucionaria concepción de Airbus, que habitualmente registra patentes que no necesariamente convierte en aviones, presenta un ala delta triangular sobre la carlinga del aparato, en lo que recuerda más a una nave espacial tipo el Shuttle de la NASA que a un avión comercial al uso. En el interior del fuselaje llevaría solo dos filas de asientosseparadas por un pasillo central, mientras que los cinco motores estarían instalados en bajo el ala del avión.
Dos de ellos serían estratorreactores, es decir, un motor de compresión sin turbinas y compresores que aprovecha la velocidad del aparato para funcionar. Otros dos motores serían turrboreactores mientras que un quinto, en el centro del avión, se asemeja más al tipo de dispositivos que impulsan los cohetes.
Según el diseño, los dos turborreactores se emplearían en el despegue y en los desplazamientos en tierra, el motor de cohete se encargaría de llevar el avión a una elevada altitud de unos 35.000 metros y los estratorreactores operarían el avión durante el vuelo.
Airbus, con sede en Toulouse (Francia) ha previsto también una versión militar del aparato, precisó el diario económico «Les Echos».
La Voz de Galicia







quinta-feira, 23 de julho de 2015

MADRID a 43€








La movida madrileña

A Porta de Alcalá é uma das portas reais de acesso à cidade de Madrid e, seguramente, é a mais conhecida de todas. Localiza-se no centro da Praça da Independência, junto à porta principal do Parque do Retiro.

Madrid destaca-se pela sua oferta cultural e de lazer. É impossível aborrecer-se enquanto visita esta cidade. Festas, museus, mercados, exposições, tapas... a capital de Espanha tem sempre muita coisa a acontecer.

Um destino perfeito para aproveitar mais as suas férias. Reserve já!









quarta-feira, 15 de julho de 2015

TAP PRETENDE VOAR PARA A INDIA



TAP pede autorização para iniciar ligações aéreas para a Índia

A TAP solicitou à Autoridade Nacional de Aviação Civil (ANAC) uma autorização para efetuar voos regulares para Nova Deli e Bombaim, na Índia, de acordo com uma informação hoje publicada em Diário da República.
"A TAP requereu uma autorização para exploração de serviços aéreos regulares extra-União Europeia nas rotas Lisboa-ponto intermédio - Nova Deli - ponto intermédio - Lisboa e Lisboa ponto intermédio -Bombaim - ponto intermédio --Lisboa", refere o Diário da República.
De acordo com a informação disponibilizada pela ANAC, "dado que se trata de duas rotas com direitos de tráfego limitados" as companhias interessadas em realizar estas rotas têm dez dias úteis a contar da data da publicação deste aviso, portanto, até dia 25 de Julho, para "pronunciar-se sobre a mesma ou apresentar requerimento nos termos do artigo 5.º do referido decreto--lei".
Fonte: Lusa

quarta-feira, 1 de julho de 2015

First A350 delivery to Vietnam Airlines

First A350 delivery to Vietnam Airlines

Photo from AIRBUS

sexta-feira, 26 de junho de 2015

SATA VAI PASSAR A USAR A330

SATA vai passar a usar A330 nas rotas de longo curso

Presidente da companhia, Luís Parreirão, não avança data para pôr em prática essa decisão

Actualizado há 5 horas e 50 minutos
Lusa

A SATA Internacional vai passar a utilizar aviões A330 nas rotas de longo curso para garantir um serviço "mais fiável e mais qualificado", disse quinta-feira o presidente de Administração da transportadora, sem avançar uma data.
"Nós tomámos a opção de na frota de longo curso termos aviões A330", afirmou Luís Parreirão aos jornalistas, no final da apresentação do estudo técnico-operacional que suporta a escolha efetuada pelo Conselho de Administração da SATA, que decorreu hoje no Teatro Micaelense, em Ponta Delgada.
Atualmente, a SATA Internacional (que faz as ligações para fora dos Açores) efetua voos de médio e longo curso com aparelhos A310 e A320, sendo que no final desta renovação da frota ficará com três aviões A320 no médio curso e dois A330 no longo.
A renovação da frota de longo curso da SATA é considerada pela companhia aérea açoriana um "imperativo" para a sua "sustentabilidade futura".
Luís Parreirão precisou que a SATA não irá comprar os dois novos A330, dado que a opção tomada passa por efetuar "leasings operacionais".
"Tendo consciência que o serviço que vimos prestando nem sempre tem sido o melhor, fruto das circunstâncias da idade das aeronaves e da sua progressiva diminuição de fiabilidade, aquilo que se pretende com as opções que tomámos é assegurar um serviço mais fiável, mais qualificado e, sobretudo, uma relação cada vez de maior confiança com os nossos passageiros", referiu.
Luís Parreirão disse ainda que o transporte aéreo para os Açores é "muito relevante", dada a natureza arquipelágica e localização a meio do Atlântico Norte.
O estudo técnico-operacional, que suporta a decisão da Administração da SATA pelos dois A330, foi elaborado por uma consultora especializada e pelo Instituto Superior da Educação e Ciências.
O comandante Paulo Soares, que apresentou o estudo, disse que o A330 tem capacidade para um total de 284 passageiros, um volume de carga de 136 metros cúbicos e apesar do custo com combustível ser maior, em comparação com o Boeing 767-300ER, torna-se mais económico porque transporta mais passageiros.
"O A330 é a aeronave mais adequada ao enquadramento e perspetivas futuras da SATA", afirmou o comandante Paulo Soares, acrescentando que o estudo conclui que este avião "voa direto e sem qualquer restrição para toda a rede SATA".
Além disso, lembrou que há peças intermutáveis dos A320 com os A330 e que a formação dos pilotos que voam nos dois aparelhos é a mesma, o que faz diminuir custos fixos e aumentar a qualidade, dado ser um avião "muito mais versátil".
De acordo com os dados deste estudo, em Portugal a TAP (14), a Hifly (6) e a Orbest (1) já operam com aviões A330.
Em maio, o ex-presidente da administração da SATA António Cansado considerou uma "asneira" a anunciada renovação da frota de longo curso da companhia aérea dos Açores, dizendo que é "o empurrão que faltava" para a empresa cair "no precipício".
"Reduz a esperança de vida da SATA Internacional a aposta em aviões A-330 porque, em termos operacionais, isto significa ter aviões de grande porte que têm capacidade excessiva para a rede da SATA e isto, digamos, era o empurrão final que faltava para que a empresa se despenhasse no precipício. Falando bem e depressa, é isso. Os custos de exploração são elevadíssimos e a SATA não tem uma rede adequada para este tipo de avião", afirmou António Cansado a 13 de maio, na comissão parlamentar de inquérito à SATA.


 

quarta-feira, 24 de junho de 2015

domingo, 21 de junho de 2015

Primeiro avião novo da TAP 
é um A330 e chega em 2017

Primeiro avião novo da TAP 
é um A330 e chega em 2017

  • Até à entrada dos novos aviões, o consórcio Gateway investirá €50 milhões na renovação das cabines da frota atual. Humberto Pedrosa acredita no relançamento da TAP
Do conjunto dos novos aviões que o consórcio Gateway contratou para a TAP, o primeiro a chegar será um Airbus A330neo e estará operacional no quarto trimestre de 2017, sabe o Expresso. A frota da TAP será reforçada com mais A330neo, mas o principal grupo de aviões encomendados pelo consórcio Gateway será composto pelos novos A321neo, na versão Long Range. Será este o tipo de avião que poderá assegurar a maior parte das suas rotas, nos voos entre Lisboa e Nova Iorque ou Boston e também para o Nordeste brasileiro. Até à entrada do primeiro dos novos aviões — ao todo serão 53 — os novos donos da TAP pretendem acelerar o investimento na renovação do interior dos aviões da atual frota, para o que vão canalizar imediatamente €50 milhões.
Confrontado com este plano, o sócio maioritário do consórcio, Humberto Pedrosa, não comenta, invocando o acordo de confidencialidade assumido com o seu sócio David Neeleman. Mas esclarece que na próxima semana, a 24 de junho, quando assinarem os contratos prévios com o Estado, pagando um sinal de €2 milhões, “os principais detalhes do plano de investimento serão divulgados. Vamos explicar como pretendemos relançar a credibilidade e a imagem da TAP e aumentar as suas rotas”, diz.

Humberto Pedrosa 
vai na 6ª privatização


O dono da Barraqueiro nega as acusações de que a sua participação apenas tem como objetivo contornar a obrigação legal de a TAP ser comprada por uma maioria de capital europeu — Pedrosa tem 50,1% do consórcio e o sócio americano David Neeleman os restantes 49,9% —, afastando o cenário de mais tarde acabar por vender esta posição.
“Será a sexta privatização na minha vida e — tal como as restantes — será uma empresa para desenvolver e fazer crescer”, afirma. 
“Nunca vendo empresas — todas as rodoviárias que comprei em privatizações, designadamente a do Algarve, do Alentejo, da Estremadura, do Tejo e de Lisboa, continuam no meu grupo, assim como fiz com todas as minhas restantes empresas”, garante.
Com 67 anos, o empresário conta com o apoio dos filhos David e Artur — “ambos trabalham comigo no grupo”, diz. “Mas, para a TAP, vou constituir uma equipa de gestão muito especializada, reconhecida no sector, que dê garantias de que os objetivos de crescimento serão atingidos”.
“A TAP viveu décadas com uma forte imagem de qualidade e  merece um relançamento sólido. Mas para mim, também faz todo o sentido por outra razão: estou a internacionalizar o meu grupo”, explica. Humberto Pedrosa entrou recentemente no Brasil no sector dos transportes em Fortaleza e Manaus. Ainda quer dinamizar o transporte de combustíveis em Angola. E tem projetos em desenvolvimento em Moçambique. “Também queremos dinamizar o crescimento ibérico, mas continua a ser difícil entrar em Espanha porque é um mercado muito protegido”, comenta.
Diz que já tem tudo a postos para entrar na empresa e que a associação a David Neeleman “tem tudo para dar certo”. Na fase inicial, a TAP já contará com o apoio dos aviões disponíveis na Azul, que vão complementar a sua operação na época alta do verão, e no inverno os aviões disponíveis da TAP poderão complementar a atividade da Azul na época alta brasileira de janeiro e fevereiro.

Pinto assegura transição


A renovação do interior das cabines dos aviões é uma das decisões urgentes para o consórcio Gateway. Mas a transição será assegurada por Fernando Pinto, que confirmou ao Expresso o seu empenho em garantir a passagem do testemunho para o novo acionista privado. “Tudo será concretizado com tranquilidade”, diz.
Fernando Pinto considera que “a associação de David Neeleman e Humberto Pedrosa assegura à TAP uma base acionista sólida, composta por empresários que conhecem bem o sector dos transportes”. “Acho importante participar na fase de transição e vou fazer tudo para relançar a companhia em função dos objetivos e das capacidades do novo acionista”, garantiu o gestor.
Humberto Pedrosa também já tinha dito ao Expresso que gostaria que Fernando Pinto continuasse na TAP. O gestor brasileiro considera que “a manifestação dessa intenção por parte de Humberto Pedrosa dá conforto” e, por isso, “terá de pensar no que será o projeto da TAP para a fase posterior à transição”, mas refere que “ainda é prematuro dizer muito mais que isto”.
Quanto à proposta técnica da Gateway, um dos objetivos dos novos acionistas é operar com aviões mais eficientes, que rentabilizem as operações, gastando menos combustível. Mais de metade dos 53 aviões que vão entrar na TAP serão do novo modelo A321neo Long Range, que servirá para operar 90% das rotas da TAP. O maior volume de entregas destes aviões ocorrerá durante 2018. A poupança de consumo será significativa, atendendo a que, numa viagem transatlântica (por exemplo Lisboa-Nova Iorque), enquanto um A350 consome 38,1 mil dólares de combustível, o A321neo gasta 16,6 mil dólares.