segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

20 MIL AERONAVES DIÁRIAS

Por mera curiosidade e segundos estudos apresentados pela IATA, existem 20 mil aeronaves a voar em qualquer parte do Mundo. Um número impressionante!

INCIDENTES NAS ÚLTIMAS 24 HORAS


Aviação comercial marcada por vários incidentes nas últimas 24 horas

Vários incidentes marcaram o sector da aviação comercial nas últimas 24 horas, tendo o mais recente envolvido um avião da britânica Virgin Atlantic, que foi hoje obrigado a fazer uma aterragem de emergência no aeroporto londrino de Gatwick.
O avião, com 462 pessoas a bordo e que tinha como destino a cidade norte-americana de Las Vegas, fez com sucesso uma aterragem de emergência no aeroporto de Gatwick, depois de detetada uma falha no trem de aterragem.
O aparelho, um Boeing 747, esteve durante uma hora a dar voltas sobre as imediações do aeroporto londrino para queimar combustível, ao mesmo tempo que em terra estavam a ser tomadas as medidas de seguranças necessárias.
O avião, que tinha descolado de Gatwick, teve de regressar "por precaução", segundo confirmaram responsáveis da companhia aérea.
Outro caso envolveu um avião da companhia Air Canada que assegurava a ligação entre Calgary-Londres. O aparelho teve de aterrar em Toronto por causa de um odor conotado com um problema elétrico.
O incidente ocorreu na noite de domingo para segunda-feira.
"Por medida de precaução, e por causa de um ligeiro odor elétrico, o comandante do voo AC850 decidiu aterrar em Toronto para mudar de aparelho antes de iniciar a travessia do Atlântico", explicou hoje o diretor de relações públicas da Air Canada, John Reber, sem avançar mais pormenores sobre o eventual problema.
A bordo do Boeing 767 da Air Canada estavam 201 passageiros. O aparelho aterrou normalmente em Toronto e os passageiros foram transferidos para outro aparelho com destino a Londres (aeroporto de Heathrow).
Este caso aconteceu algumas horas depois de dois aviões da companhia regional canadiana Porter Airlines terem sido forçados a aterrar de emergência, no domingo, devido ao aparecimento de fumo na cabine dos dois aparelhos.
Estes incidentes são divulgados numa altura em que prosseguem as buscas para encontrar o Airbus 320-200 da companhia de baixo custo AirAsia que desapareceu no domingo com 162 pessoas a bordo.
O aparelho, que fazia a rota entre a cidade de Surabaya, na ilha indonésia de Java, e Singapura desapareceu em pleno voo, depois de o piloto ter pedido para mudar de rota devido às más condições meteorológicas registadas naquela zona.
O piloto pediu para desviar o plano de voo, mas passados cerca de 40 minutos o contacto foi perdido, segundo a companhia.

Agência Lusa - 

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

domingo, 9 de novembro de 2014

LASERS APONTADOS A AVIÕES

Centenas de casos de lasers apontados a aviões registados perto de aeroportos nacionais


O Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves (GPIAA) recebeu, entre 2012 e outubro deste ano, o registo de quase 550 casos de lasers apontados a aviões em pleno voo, perto dos aeroportos nacionais.













A situação é considerada "grave" para a aviação e, segundo dados a que agência Lusa teve acesso, o GPIAA recebeu 108 reportes em 2012, número que praticamente duplicou em 2013, para 215.
De janeiro a outubro deste ano os incidentes com raios lasers aumentaram significativamente, para 218, perfazendo um total de 541 ocorrências reportadas por pilotos de várias companhias aéreas e pela NAV Portugal -- prestador de serviço de tráfego aéreo -, desde 2012.
Só este ano, verifica-se que, dos 218 reportes registados, 94 ocorreram no Aeroporto do Porto, 70 no Aeroporto de Lisboa, enquanto em Faro há o registo de 34 situações relatadas e 20 nos aeroportos dos arquipélagos da Madeira e dos Açores.
"Incidir um feixe luminoso de um laser para a cabine de uma aeronave não é apenas um ato criminal, é uma questão de segurança grave para os pilotos", alertou o diretor do GPIAA, em declarações à agência Lusa.
Álvaro Neves explicou que a incidência de um laser "pode ocasionar um dano à visão do piloto, com queimaduras e hemorragias na retina, além de distração e uma cegueira momentânea, que impossibilita manter a proficiência de pilotagem da aeronave em segurança, culminando até mesmo com a perda de controlo em voo".
O diretor do GPIAA, face ao aumento das situações a nível nacional, considerou ter chegado o momento das autoridades nacionais responsáveis pela segurança operacional na aviação civil, onde se insere este organismo, darem início ao estudo de ações a desenvolver "para combater esta situação descabida e perigosa".
"Será importante implementar uma campanha que visa consciencializar a população quanto ao perigo que o uso do raio laser representa para os pilotos e aeronaves, incentivando a denúncia para os órgãos policiais", salientou Álvaro Neves, alertando para a necessidade de se tipificar na lei (criminalização) estes comportamentos, uma vez que há um vazio legal.
Só este ano em Portugal, "em dezenas de incidentes de laser com aeronaves", os pilotos relataram efeitos visuais adversos temporários, "tais como cegueira tipo flash, imagem posterior, visão embaciada, irritação nos olhos e dor de cabeça", contou Álvaro Neves.
O diretor do GPIAA classificou como "impressionante" o número de reportes de ocorrências com raios laser em território nacional, tendo em conta a dimensão do país, acrescentando que tal "brincadeira" apenas demonstra o desconhecimento por parte dos autores do perigo que este tipo de comportamentos representa para a aviação civil.

D.N. de 09-11-2014

ASTÚRIAS, PARAÍSO VERDE


quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Ryanair muda destino de avião e obriga passageiros a sair

Ryanair muda destino de avião e obriga passageiros a sair

Os passageiros do voo da Ryanair FR5484 entre Madrid e Porto foram ontem à noite obrigados a sair do avião pouco antes da partida com a justificação de que o aparelho iria afinal para Ibiza.
De acordo com um dos passageiros, a situação gerou protestos e a Guarda Civil de Espanha esteve presente na operação de evacuação do avião, um Boeing 737-800, com capacidade para cerca de 200 pessoas, mas não chegou a intervir.
A agência Lusa tentou, sem sucesso, contactar a Ryanair para ouvir as explicações da companha aérea irlandesa de baixo custo sobre este incidente.
Segundo o relato feito à agência Lusa, a mudança de destino para Ibiza foi comunicada pela tripulação aos passageiros depois de o embarque estar concluído e de já terem sido apresentadas as regras de segurança, quando o avião estava prestes a descolar. Foi dito aos passageiros que a ligação Madrid-Porto seria feita uma hora mais tarde.
Depois, a partida do voo FR5484 de Madrid para o Porto esteve prevista para as 23:30, mas acabou por acontecer apenas perto das 00:00 de Madrid (22:30 e 23:00 em Lisboa, respetivamente).
Durante a espera no Aeroporto de Barajas, os passageiros tiveram direito a uma sanduíche, mediante a apresentação do cartão de embarque.
De acordo com as informações recolhidas pela Lusa, a tripulação terá sido informada com atraso da mudança de destino do avião.
Quando decorria o embarque, houve passageiros que receberam uma mensagem via SMS da Ryanair a avisar que o voo FR5484 iria partir com atraso, e alguns confrontaram a tripulação, que na altura negou qualquer alteração.

Low-cost é assim...
J.M. de 18-09-2014

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

A ANA oferece bolsas de estudo

       

Vive perto do aeroporto? A ANA oferece bolsas de estudo               
Uma dúzia de alunos que residam e tenham frequentado escolas públicas localizadas nos concelhos onde a ANA - Aeroportos de Portugal gere aeroportos em Portugal, irá usufruir de uma bolsa anual de 3 mil euros, pagos em parcelas durante dez meses, para frequentar o ensino superior no próximo ano letivo. As regras estão explicadas no site da ANA e o objetivo da empresa é "cultivar uma relação de proximidade com as comunidades envolventes dos aeroportos, em simultaneo com um esforço de promoção da inclusão social, em particular através da educação".

Assim, podem candidatar-se, até 15 de outubro, alunos com idade até 20 anos que terminaram o 12.oº ano e se candidataram este ano ao ensino superior com média igual ou superior a 14 valores, pertencentes a famílias onde o rendimento per capita não excede o salário mínimo nacional e que residam nos concelhos de Lisboa e Loures (2 bolsas), da Maia, Matosinhos e Vila do Conde (2 bolsas), Faro (1 bolsa), Beja (1 bolsa), Ponta Delgada (1 bolsa), Horta (1 bolsa), Vila do Porto (1 bolsa), Santa Cruz das Flores (1 bolsa), Santa Cruz e Machico (1 bolsa) e Porto Santo (1 bolsa).

Além do apoio no ano de entrada no ensino superior, segundo o regulamento, a ANA manterá a bolsa nos anos seguintes, até conclusão do curso, desde que não haja alteração dos pressupostos iniciais e se mantenha o aproveitamento a todas as disciplinas. Este é já o terceiro ano da iniciativa inserida no programa de responsabilidade social da empresa. No ano passado, segundo a ANA, houve duas renovações de bolsas atribuídas no primeiro ano da iniciativa, altura em que apenas 26 alunos concorreram e foram atribuídas 11 bolsas. Também em 2013, houve apenas 79 candidaturas às 11 bolsas então criadas.
 
Diário Económico - 22-08-2014
Consultar site da ANA