quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

UM AVIÃO COM NOME DE POETISA

Image:

A companhia aérea Norwegian batizou um dos seus aviões com o nome de Rosalia de Castro

Será a sexta vez que a empresa norueguesa vai prestar homenagem a uma personalidade da história e das artes Espanhola

 
VIGO 
A montagem da imagem, que foi escolhido pelo Rosalia de Castro Foundation, será realizada no hangar da companhia aérea em Oslo durante o mês de março.
O avião escolhido é um Boeing 737-800 de 186 assentos da referida companhia aérea Norwegian, que tem voos regulares para a terra natal do escritor galego.
Será a sexta vez que esta empresa vai homenagear personalidades da história e artes espanhol.
Os outros marinheiros são eleitos Christopher Columbus e Juan Sebastian Elcano, os autores Miguel de Cervantes e Gloria Fuertes e sufragista Clara Campoamor.  

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

ANTIGOS TRISTAR

Um Boeing 707 Tristar na pista de Santa Catarina nos anos 70'. A placa central tinha escrito num fundo de relva, a identificação de "FUNCHAL" com plantas vermelhas cuidadosamente aparadas. A aeronava tinha de ser puxada por um tractor para que desse a volta e conseguisse posicionar-se para alcançar a pista principal enquanto os passageiros nos seus assentos aguardavam a hora da aceleração final rumo aos céus. A emoção tomava conta de todos nós!

AVIAÇÃO COMERCIAL

Bonita coincidência esta!

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

terça-feira, 18 de outubro de 2016

40 ANOS DE DIFERENÇA


Duas fotos da empresa alemã Lufthansa. A primeira, o interior de um Focker e a segunda um Boeing 747. Entre elas apenas 40 anos as separam. Fotos do Museu Lufthansa.

LUFT HANSA

Cartaz publicitário da companhia LUFT HANSA A.G. dos anos 30' do sec. XX, pertencente ao Museu Lufthansa. Arte e beleza!


sexta-feira, 17 de junho de 2016

LUFTHANSA SUSPENDE VOOS BERLIM-CARACAS

Lufthansa suspende voos entre Berlim e Caracas


A companhia aérea alemã Lufthansa anunciou que a partir de hoje deixará de voar para Caracas, por dificuldades no repatriamento das divisas resultantes das vendas, que provocaram uma dívida que impossibilita continuar as operações.
As dificuldades, segundo fontes da empresa, têm a ver com o sistema de controlo cambial que desde 2013 vigora no país e que impede a livre toca de moeda estrangeira no país e obriga as empresas a solicitarem ao Executivo autorizações para repatriar divisas, o que tem sido cada vez mais difícil.
Segundo o diário venezuelano El Universal, a Lufthansa vendia bilhetes aéreos à taxa cambial de 10 bolívares por cada dólar norte-americano em contraste com os 1.150 bolívares por dólar norte-americano que teria que pagar se optasse pelo mercado informal de divisas.
Desde 1971 que a Lufthansa voava diariamente para a Venezuela, mas a partir de 2015 a procura de voos internacionais em Caracas caiu drasticamente, situação que se complicou durante o primeiro trimestre de 2016, obrigando a empresa a vender unicamente em moeda estrangeira.
Fontes não oficiais dão conta que a Lufthansa tem mais de 100 milhões de dólares (88,9 milhões de euros) retidos na Venezuela e que parte do problema se deve aos venezuelanos terem deixado de ter acesso oficial a divisas para viagens ao estrangeiro, face à crise económica que atinge o país.
Em comunicado, a companhia explica que "apesar da suspensão dos voos a Lufthansa continuará em ligação com a Venezuela", através das empresas associadas Avianca e Copa Airlines, que voam para Caracas desde a Colômbia e do Panamá.
Desde 2013 que várias companhias aéreas reduziram os voos para Caracas, passando alguma delas a usar aparelhos mais pequenos, entre elas a American Airlines, a Alitalia e a Air France.
Por outro lado, empresas como a Canada Airlines e a Latam suspenderam as operações, pelas mesmas razões invocadas pela Lufthansa
Fonte : LUSA
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